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Gama Expandida Para Banda Estreita 
Levando Mais Cor À Menos Banda

Como é o caso de muitas outras inovações e avanços tecnológicos, o processo de Gama Expandida tem sido uma prática flexo comum por anos. Agora ele está apresentando suas forças e vantagens ao mercado de banda estreita. Embora o processo tenha sido usado amplamente em impressoras de impressão central (CI) de banda larga para aumentar a produtividade, melhorar o tempo para colocação no mercado e reduzir o tempo de acerto, ele é relativamente novo para o setor de banda estreita devido às últimas inovações de máquinas.

O alto nível de automação integrado agora nas impressoras em linha de banda estreita é a principal vantagem. As ofertas atuais de impressoras de banda estreita englobam ajustes automatizados do cabeçote de impressão, ferramentas integradas de gerenciamento de cores e rechamada total de serviços. Mencionamos apenas algumas funções, mas as vantagens são muitas. Isto torna o processo de Gama Expandida e as ofertas de impressoras de banda estreita altamente inovadoras uma combinação ideal para enfrentar o desafio da impressão digital. Tudo em linha, em uma passagem e com todas as funções de conversão.

 Apesar de a impressão com Gama Expandida ter-se tornado realizável para o convertedor de banda estreita, ela exige esforço inicial e preparativos consideráveis para criar resultados consistentes e confiáveis. Então, a questão é: “Como eu começo?” 


Otimização: a Jornada Começa

Antes de entrar com o processo de Gama Expandida ou 7-cores na impressora, um impressor de banda estreita vai precisar fazer avaliações minuciosas sobre diversas questões para obter um resultado final aceitável. Aqui seguem algumas questões que precisam ser respondidas.

  • Que tipos de substratos serão usados?
  • Qual é a resolução DPI desejada da chapa?
  • Qual é o tipo de sistema de tinta? UV ou base-água? 

Seleção de Anilox

Após determinar a resolução DPI com a qual o serviço será impresso, os rolos anilox precisam ser especificados de modo que forneçam o menor ponto enquanto alcançam a densidade ideal de chapado (SID). O método mais custo-eficiente para escolha do rolo anilox correto é pelo uso de um rolo anilox de bandas. Um anilox de bandas tem múltiplas bandas gravadas no rolo, normalmente cinco ou mais, que possuem diferentes lineaturas de retícula com diferentes valores de capacidade volumétrica (bcm).

Uma vez selecionadas as lineaturas de retícula e os volumes, será feita uma chapa fotopolímera que possui alvos de retículas e chapados que coincidem com as bandas gravadas do rolo anilox. Este teste com rolo anilox de bandas irá ajudar a determinar as gravações otimizadas para as cores CMYK e OGV do processo de Gama Expandida. O conjunto de tintas fixas usado no processo normalmente inclui: 

  • Ciano
  • Magenta
  • Amarelo
  • Preto
  • Laranja
  • Verde
  • Violeta 


O Conjunto de Tintas 

As tintas que são escolhidas para o processo de Gama Expandida não são tintas típicas de processo. As cores CMYK precisam atingir um valor ΔE de 5 ou menos para serem complacentes com o padrão de cores G7-ISO. A tinta OGV deve ser mono-pigmentada e precisa se enquadrar nos ângulos de tom adequados das Especificações & Tolerâncias de Reprodução de Imagem Flexográfica (FIRST), enquanto alcança o maior valor croma. 

Dureza de Chapa e Densidade de Fita

Para alcançar o nível mais alto de qualidade de impressão, a dureza da chapa de impressão, em combinação com a densidade de espuma da fita de montagem, precisa ser testada. O resultado desejado é a capacidade de imprimir o menor ponto de alta luz enquanto imprimindo a densidade ideal de chapado (SID). Se este balanço estiver fora, você terá ganho de ponto demasiado ou micro-furos demasiados nas áreas de chapados.

Durante o processo de otimização, os diferentes tipos de substratos usados precisam ser testados. O lema “um tamanho serve para todos” não vai funcionar. Você vai precisar testar cada substrato para obter as informações corretas de densidade, ganho de ponto, tonalidade de cor, etc., que serão usadas durante a próxima etapa.  


Teste de impressão “Fingerprint” na Impressora

After

Após o término da otimização de rolo anilox, tinta, chapas e fita de montagem, a impressora precisa ser submetida ao teste “Fingerprint” para determinar, onde o ganho de ponto e as densidades de chapados estão. O propósito do teste “fingerprint” é:

  • Linearizar a impressora para um padrão industrial, tal como GRACoL/G7
  • Neutralizar a impressora em relação ao desequilíbrio de gris
  • Produzir curvas de impressão neutras

Para obter resultados consistentes e repetíveis no seu processo de impressão, o teste “fingerprint” precisa rodar em condições normais e com velocidades de produção, isto é, 250 pés por minuto. Devem ser usados rolos anilox limpos e tinta virgem. Consistência é a chave para o sucesso. Um espectrofotômetro é usado para medir cores e densidades, além de checar a impressão de chapa uniforme, que deve ser 3% ou menos entre os lados de operador e de engrenagem. Procure por falhas na impressão ou sujeiras nos alvos. Elas causarão imprecisão dos resultados de teste.

Após a coleta e extrapolação dos dados do teste “fingerprint”, a próxima etapa será aplicar uma curva para compensar o ganho de ponto.


Estabelecimento de Perfil para Gama Expandida 

Após o teste “fingerprint”, a próxima etapa no processo de calibração de Gama Expandida é o estabelecimento de perfil. Um novo jogo de chapas com a curva aplicada será usado para imprimir o alvo de teste de perfil. Um tipo de alvo usado é o IT8.7/4, que consiste de 1.638 campos de diferentes combinações de cores CMYK para sobreimpressões.

Diversas tiragens são rodadas para este teste. O teste inicial é a impressão das chapas nas estações CMYK. Comece movendo a chapa ciano para a estação laranja e rodando a combinação de cores de MykO. Então, volte a chapa ciano para a estação ciano. Em seguida, mova a chapa magenta para a estação verde e imprima a combinação de cores cGyk. Depois disto, volte a chapa magenta para a estação magenta. Finalmente, mova a chapa amarelo para a estação violeta e rode a combinação de cores cmVk. Com estas quatro combinações de conjunto de dados o perfil de Gama Expandida está pronto para ser validado.

Uma vez concluída a validação dos dados, a conversão de formas de retículas em cores especiais pode ser efetuada pelo software de pré-impressão.

Automação é Controle de Processo

O processo de Gama Expandida requer que um alto nível de registro e de controle de tensão de banda seja bem-sucedido. Formar múltiplas cores especiais a partir de múltiplas retículas requer tolerâncias de 0, 001 ou abaixo. Impressoras CI sempre tiveram a vantagem do registro de cores, devido ao rolo de impressão individual e ao eficiente controle de tensão de banda entre plataformas. Impressoras em linha tradicionais foram construídas com designs de eixo de transmissão, caixas de engrenagens e transmissões acionadas por engrenagens que podiam contribuir para batidas do eixo de transmissão nas diversas faixas de velocidade, tolerâncias de folga de engrenagens, bem como, oscilações de tensão, devido a múltiplos cilindros de impressão. Estas variáveis foram os principais fatores contribuintes para movimento de registro linear. Se você conseguia manter uma tolerância abaixo de 0,005 era motivo para comemoração.

A tecnologia atual de automação nas impressoras em linha de banda estreita possibilita que as tolerâncias de registro mais exigentes sejam mantidas, e permite que o processo de Gama Expandida tenha êxito. No equipamento em linha de banda estreita mais avançado não existem mais eixos de transmissão, caixas de engrenagens e transmissões de engrenagens que criavam o acúmulo inaceitável de tolerâncias. Agora, temos a vantagem de automação total. Múltiplos servomotores controlam todos os eixos rotacionais de rolos de impressão, de rolos anilox e, ao mais alto nível, de sleeves de chapa sem engrenagens. Este nível de automação elimina batidas ou torção do eixo de transmissão, elimina folgas de engrenagens e é confiável como uma “lâmpada”.

O resultado final é o mesmo nível de desempenho durante toda vida útil do servomotor.  Temos agora a precisão das tolerâncias de registro CI, juntamente com o controle ideal do transporte de banda e o controle de tensão. Isto mudou a maneira de como imprimimos e os dias de máquinas acionadas por engrenagens se foram.

Existem muitas outras vantagens que a automação proporcionou para controlar melhor o nosso processo de impressão. Ter a capacidade de salvar e rechamar o posicionamento de rolo é crucial para permitir que o processo de Gama Expandida seja perfeitamente integrado com o fluxo de trabalho flexo. Isto aprimora o desempenho, pois requer apenas uma simples troca de rolo por parte do operador. Rechamar um serviço salvo vai resetar todo o processo para sua última posição salva. Um servomotor controla o eixo rotacional para resetar o registro linear; outro controla o registro lateral, e ainda outros controlam as impressões do rolo de impressão. Uma tiragem de produção que rodou há seis meses, pode ser rechamada e acertada com nenhum desperdício, enquanto a impressora estiver inativa.

Agora que a impressora toda está automatizada do desbobinamento até o rebobinamento, cada posição de servomotor pode ser capturada para uma rechamada total de serviço. Os ajustes de tensão, ajustes de secador e todas as informações críticas de produção são agora capturados, salvos e armazenados para uma rechamada futura com intervenção mínima de operador. Não existem mais botões ajustáveis manualmente em toda frente da máquina, exigindo que operadores altamente capacitados reproduzam serviços passados.

Este nível de automação produz desempenho de impressão repetível e consistente, reduzindo consideravelmente os fatores humanos. A combinação de operação de máquina e controle de processo proporciona o ambiente LEAN ideal para máxima produção. 

Transferindo a Gama  

Os sistemas de tintagem nas últimas ofertas de impressoras de banda estreita também deram um novo passo em termos de desempenho, facilidade de uso e maior produtividade. No ambiente de banda larga, câmaras fechadas são um modo de vida. Câmaras fechadas proporcionam um único componente de tintagem que favorece capacidades de troca rápida com maior controle de transferência de tinta, consistência de cores e controle de química. Você nunca ofereceria um sistema de tinteiro aberto a um convertedor de banda larga, nem em um milhão de anos. Nesta condição, é justo apenas considerar que, atualmente, existem soluções híbridas disponíveis para o convertedor de banda estreita.

Agora existem soluções inovadoras que oferecem sistemas de tintagem de componente individual, onde o reservatório de tinta e a racle estão em um processo. Isto vai aperfeiçoar os acertos, já que agora existe apenas um componente a ser preparado e limpo, ao invés do conjunto de peças múltiplas de tinteiros, rolos de tinteiro submersos, um suporte de racle separado e limpadores. Estes sistemas fechados mantém o máximo nível de consistência de cores por toda faixa de velocidades, como comprovado no ambiente de banda larga, onde velocidades excedem 2.000 pés por minuto.

Nós podemos ter este nível mais alto de consistência de cores e um processo em impressora mais eficiente, deste modo nosso gerenciamento de cores do conjunto de tintas fixas Gama Expandida será mais gerenciável. Uma vez que agora estamos rodando um conjunto de tintas fixas, os tempos de acerto e as trocas de cores requeridas para o processo de Gama Expandida serão reduzidos consideravelmente. Pense nas economias de tinta, consumíveis, mão-de-obra e de tempo de inatividade da máquina por rodar este processo de forma eficiente. Pense nas economias de substrato por não precisar acertar cores especiais na impressora.  

Faça a pergunta a si mesmo: “Preferiria eu submeter estas sete cores ao gerenciamento ou continuar gerenciando as centenas de galões de tinta no meu trabalho de forma não customizada?” Sete versus cem a cada dia da semana!

Embora possa parecer muito trabalho, os benefícios compensam consideravelmente o esforço envolvido. Existem diversas razões para impressores de banda estreita considerarem o processo de Gama Expandida:

  • Estoque reduzido de tintas
  • Sete cores de tinta versus centenas
  • Estoque reduzido de rolos anilox
  • Lavagens reduzidas
  • Trocas de serviço mais rápidas
  • Apenas trocas de chapas, já que as sete tintas permanecem na impressora de serviço a serviço
  • Impressão por números usando a metodologia FIRST
  • Menos tempo inativo e desperdício de substrato por não precisar acertar as cores na impressora

Gama Expandida capacita o impressor a imprimir perto de 85% de cores especiais PMS dentro de um valor ΔE de 2 – tudo a partir de sete cores apenas. Isto concede à impressão flexográfica um maior diferencial competitivo em relação à impressão digital.

O processo de impressão com Gama Expandida possui vantagens extraordinárias para aqueles que são instruídos a trabalhar por números. Conforme um Especialista de Implementação FTA FIRST pode lhe contar (como Paul Teachout da Nilpeter), empregar o processo de Gama Expandida em uma máquina automatizada e utilizar a metodologia FIRST vai garantir seu sucesso. As atuais ofertas de impressoras, com memorização e rechamada de serviço, posicionamento automatizado de chapa e sistemas de tintagem mais eficientes, vão permitir que o processo de Gama Expandida floresça no segmento de banda estreita. Em combinação com a metodologia adequada do processo flexográfico, ele vai render vantagens enormes para aqueles que o abraçam e se educam no processo inteiro.

O convertedor de banda estreita tem agora uma solução flexográfica direta para o desafio digital, onde queremos mais que competir e oferecer uma solução total de impressão e conversão em linha. 

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